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South Sea Islands 48 Potografhic Studies By Pierre Verger

Autor: Pierre Verger, Robert Bubertt

Descrição

Pierre Edouard Leopold Verger, vulgo Fatumbi ou Fátúmbí (4 de novembro de 1902, em Paris, 11 de fevereiro de 1996, em Salvador, Brasil) foi fotógrafo, etnógrafo autodidata e babalawo (sacerdote iorubá de Ifá) que dedicou a maior parte de sua vida ao estudo da diáspora africana, o tráfico de escravos, as religiões de base africana do novo mundo e os fluxos culturais e econômicos resultantes de e para a África. Aos 30 anos, após perder a família, Pierre Verger assumiu a carreira de fotógrafo jornalístico. Nos 15 anos seguintes, ele viajou pelos quatro continentes, documentando muitas civilizações que logo seriam apagadas pelo progresso. Seus destinos incluíam o Taiti (1933); Estados Unidos, Japão e China (1934 e 1937); Itália, Espanha, Sudão (atual Mali), Níger, Alto Volta, Togo e Daomé (atual Benim, 1935); as Índias Ocidentais (1936); México (1937, 1939 e 1957); as Filipinas e a Indochina (atual Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã, 1938); Guatemala e Equador (1939); Senegal (como um recruta, 1940); Argentina (1941), Peru e Bolívia (1942 e 1946); e finalmente o Brasil (1946). Suas fotografias foram publicadas em revistas como Paris-Soir, Daily Mirror (sob o pseudônimo de Mr. Lensman), Life e Paris Match. Na cidade de Salvador, no Brasil, ele se apaixonou pelo local e pelas pessoas, e decidiu ficar para sempre. Tendo se interessado pela história e cultura locais, ele se transformou de fotógrafo errante em pesquisador da diáspora africana nas Américas. Suas viagens seguintes concentram-se nesse objetivo: a costa oeste da África e Paramaribo (1948), Haiti (1949) e Cuba (1957). Depois de estudar a cultura ioruba e suas influências no Brasil, Verger tornou-se um iniciado da religião do candomblé e oficiou seus rituais. Durante uma visita ao Benin, ele foi iniciado em Ifá (adivinhação de concha de búzio), tornou-se um babalawo (sacerdote) de Orunmila e foi renomeado Fátúmbí ("aquele que renasceu através do Ifá"). As contribuições de Veger para a etnografia estão incorporadas em dezenas de artigos de conferências, artigos de revistas e livros, e foram reconhecidos pela Universidade de Sorbonne, que lhe conferiu um doutorado em 1966, um grande feito para alguém que abandonou o ensino médio 17. Verger continuou estudando e documentando o tema escolhido até a morte em Salvador, aos 94 anos.

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